UMA TERÇA-FEIRA DE JANEIRO

Mesmo em férias, ontem o dia começou cedo. Eu aguardava a companhia da patroa para irmos à academia. Vale dizer que ela completava exatamente uma semana por lá. Como eu já frequentava o espaço há quase dois anos, os instrutores logo subiram na minha alma:
— Agora você vem todos os dias? Está fazendo até esteira? O que aconteceu?
Risadas à parte, suamos em bicas.

De volta para casa, tratamos de adiantar o almoço. Também era dia de tomar a dose do imunobiológico Adalimumabe, que aplico a cada quinze dias. Com o início das férias e as festividades de fim de ano, os horários do CMDA precisaram ser ajustados. A Adriana, sempre atenciosa, havia antecipado meu atendimento para o dia 23, mas só consegui ir no dia 28 — justamente quando ela estava em recesso. Fui atendido pelo pessoal do plantão.

Ontem, ao retornar, expliquei que deveria ter vindo anteontem e que, na próxima dose, postergaria dois dias para voltar à minha habitual quinta-feira. O pessoal da enfermagem, como sempre, foi muito solícito.

No caminho até o CMDA, ainda passamos por dois outros compromissos para atender necessidades da patroa. Na volta, parei na Foccus Iluminação: a lâmpada da lavanderia havia queimado. Resolvi trocar a amarela por uma branca — a amarela vai bem em muitos ambientes, mas na lavanderia… Aproveitei e comprei também uma fonte nova para o LED da bancada da cozinha, que desde a instalação insistia em piscar.

O dia ainda reservava uma tarefa simbólica: desmontar a árvore de Natal. Dá trabalho, tanto na montagem quanto na desmontagem, mas compensa. Não apenas por ser uma vez ao ano, mas porque ela materializa, dentro de casa, o espírito natalino.

Amanhã estaremos fora. O destino: EcoPark.

revisão com apoio do ChatGPT.

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