Dia de Eco Park

Ir ao Eco Park exige preparação. A “viagem” é longa, mas compensadora. O convite foi extensivo a toda a família, embora nem todos tenham conseguido ir. Como sócios, estiveram os Ramos Soares; como convidados, os Caixeta Ramos e os Vasconcelos Ramos.

O dia foi típico de verão: promessa de sol, mas só depois da chuva. Enquanto ela caía, aproveitamos para organizar a papelada de acesso. Assim que tudo ficou pronto, o sol apareceu, como se tivesse aguardado nossa autorização.

O espaço é amplo e permite escolher entre várias opções de diversão. Por unanimidade, fomos para a nova atração: a piscina com ondas, margeada por areia. Não faltaram o som das ondas quebrando “na praia” nem o sobe e desce ritmado da água. Cheguei a pensar em postar nos stories do WhatsApp:
“Enfim, pé na areia, guarda-sol, balde de cerveja com gelo e barulho de ondas.”

A conversa era boa e os preços, acessíveis — dava para garantir uma Skol por oito reais. Para comer, havia um restaurante bem sortido, mas optamos pelos petiscos, que cumpriram bem a missão.

Curioso como funciona: quando viajamos para longe, sempre encontramos conhecidos. Ali, tão perto de casa, só cruzamos com desconhecidos. Que maravilha.
Um programa certeiro, sugerido pela patroa — a titular. Eu e os dois filhos seguimos na condição de dependentes.

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