À ESPERA DA GRAÇA

Na espera da graça, ele se apega ao divino e, desta vez, a relíquia lhe veio ao encontro. Sua fé, já provada, pulsa no ritmo inquieto do coração, são batidas que dizem que ainda há esperança, de melhora, de cura. Diante dele, o recipiente de grandioso significado religioso, sentimental e emotivo guarda fragmentos sagrados do santo que hoje habita perto de Deus, bem mais perto que nós. Ele toca, como a mulher que tocou as vestes de Jesus. Encara o relicário com reverência silenciosa, na certeza íntima do pedido que faz. Pede que, pela proximidade divina, destrave caminhos, que a graça encontre passagem. A relíquia que toca já tocou gente santa, por isso mesmo, faz-se ponte entre a dor e a esperança. Então ele pede, não em palavras altas, mas com o peso do amor que carrega: Alivie a dor, a traga de volta, conviva conosco e que cuide de nós. Na espera da graça, a fé permanece tocando aquilo que, de algum modo, já tocou o céu.

Com apoio editorial do ChatGPT (OpenAI).

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